
20 anos dedicado exclusivamente à ortopedia e formado como Mestre e Doutor pela Santa Casa de São Paulo, o Dr. Jorge Rafael Durigan une diagnóstico preciso e cuidado humanizado para tratar a origem da sua dor.
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5 estrelas no GooglePresidente da SBOT-SP Regional São Paulo
Hérnia de disco acontece quando parte de um disco da coluna sai do lugar e pode pressionar um nervo. Nem toda hérnia de disco precisa de cirurgia: a conduta depende dos sintomas, do exame físico e dos exames de imagem de cada paciente. A maioria dos casos é tratada sem operar. Nesta página você vê o que é a hérnia, como ela aparece na lombar e no pescoço, quando a cirurgia é considerada e quando não é, e o que perguntar ao médico antes de decidir. Na consulta, o ortopedista de coluna revisa seus exames e explica as opções.
Entre uma vértebra e outra há um disco, que funciona como amortecedor. Na hérnia, parte desse disco sai do lugar e pode pressionar um nervo. Conforme a região, a dor aparece na lombar ou no pescoço e pode se espalhar para o glúteo, a perna ou o braço.
Ter hérnia de disco no exame não quer dizer, sozinho, que ela é a causa da sua dor. Muita gente tem hérnia na ressonância e nunca sentiu nada. Por isso o médico compara o que aparece na imagem com a sua história e com o exame físico.
A hérnia pode aparecer em qualquer parte da coluna, mas é mais comum na região lombar, que sustenta mais peso, e na cervical, que é a parte do pescoço. A região do problema define onde a dor aparece.
Na hérnia lombar, a dor costuma começar nas costas e pode descer pelo glúteo e pela perna, em geral de um lado só. Quando desce até o pé, é a chamada ciática. As regiões mais comuns são os discos entre as vértebras L4 e L5 e entre L5 e S1.
Na hérnia cervical, a dor aparece no pescoço e na nuca e pode seguir para o ombro, o braço e a mão, com formigamento ou fraqueza. Os discos mais afetados costumam ser os de C5 a C7.
A conduta nos dois casos começa de forma parecida, com acompanhamento e tratamento conservador. O que muda é o cuidado: perto da medula, no pescoço, os sinais de alerta pedem atenção maior.
Na crise, o que costuma ajudar é manter movimentos leves, trocar de posição ao longo do dia e usar calor local, enquanto você organiza uma avaliação. Ficar de repouso na cama por muitos dias tende a atrapalhar a recuperação.
Anti-inflamatório e relaxante muscular devem ser usados com orientação, porque cada pessoa tem restrições, como problemas de estômago, rins ou pressão. O mesmo vale para alongamentos e exercícios copiados da internet: o que ajuda em um tipo de hérnia pode piorar outro.
Se a dor não melhora em poucas semanas, volta com frequência ou atrapalha o sono e o trabalho, marque uma consulta. Se aparecer algum sinal de alerta da lista mais abaixo, procure atendimento logo.
Na maior parte dos casos a dor da hérnia de disco melhora com tratamento conservador, em semanas ou poucos meses. Isso acontece porque o corpo costuma reabsorver parte da hérnia com o tempo e porque a inflamação em volta do nervo diminui.
Ninguém consegue garantir como cada caso vai evoluir. Há quem melhore rápido e quem precise de acompanhamento mais longo, e a hérnia pode voltar a dar sintomas. O tratamento busca controlar a dor, proteger a função do nervo e devolver você às suas atividades. É por isso que cada caso precisa ser avaliado.
Extrusa é um dos termos que o laudo da ressonância usa para descrever o formato da hérnia: o material do disco saiu do anel e avançou para dentro do canal. Outros termos são protrusão, em que o disco abaulou mas o anel continua inteiro, e sequestro, em que um pedaço se soltou do disco.
A palavra do laudo não decide sozinha a conduta. Hérnia extrusa não é, por si só, indicação de cirurgia. Muitas hérnias extrusas melhoram sem operar, e as maiores são justamente as que o corpo tem mais chance de reabsorver. A decisão depende dos sintomas, da força, do exame físico e da resposta ao tratamento.
A cirurgia é considerada em poucos casos, quando a hérnia está claramente ligada aos sintomas. As situações mais citadas pelas diretrizes são estas:
Em geral a cirurgia não é necessária quando a dor está melhorando, mesmo que devagar, e não há perda de força nem sinais de alerta. Também não é necessária quando a hérnia aparece no exame mas não explica o seu quadro, e quando a dor é só nas costas, sem irradiar.
Nesses casos o caminho é o tratamento conservador, com acompanhamento. Se o quadro mudar, o plano é revisto. A decisão de operar é sempre compartilhada com o paciente.
Toda cirurgia tem riscos, e a de coluna não é exceção. Os mais citados são infecção, sangramento, lesão de um nervo ou da membrana que envolve os nervos, dor que continua depois da operação e retorno da hérnia no mesmo disco. O risco de cada pessoa depende da idade, das doenças que ela tem, da região e da técnica usada, e é o médico quem deve explicá-lo para o seu caso, antes da decisão.
O objetivo da cirurgia, em geral, é retirar a pressão sobre o nervo, e a técnica é escolhida conforme a região (lombar ou cervical), o tamanho e a posição da hérnia. Os detalhes de como é feita variam de caso para caso e devem ser explicados na consulta.
O tempo de recuperação também varia. Depende do tipo de cirurgia, do trabalho que a pessoa faz e da resposta do corpo, e quem informa o prazo esperado é o médico que acompanha o caso. Nenhum prazo vale para todo mundo.
Se você recebeu indicação de cirurgia, vale levar estas perguntas para a conversa. Você pode fazê-las ao médico que indicou e a um segundo especialista, se quiser outra opinião.
O ortopedista de coluna avalia e trata a hérnia de disco, do tratamento conservador à indicação de cirurgia, quando necessária. Por conhecer as duas pontas, ele pode dizer se o seu caso pede acompanhamento ou operação.
Em alguns casos o cuidado inclui outros profissionais, como fisioterapeuta, médico da dor ou fisiatra. Reumatologista e neurologista também podem participar, quando o quadro pede.
Procurar o ortopedista de coluna faz sentido principalmente quando a dor não melhora, quando há formigamento ou perda de força, e quando alguém indicou a cirurgia e você quer entender as opções.
Você agenda pelo WhatsApp. Na consulta, sem pressa, o Dr. Jorge ouve sua história e seus sintomas, revisa seus exames imagem por imagem e faz o exame físico. Em seguida, define com você um plano de tratamento individual.
Traga ressonância, tomografia ou raio-X, se tiver, com os laudos. Mesmo sem exames é possível agendar, e eles podem ser pedidos na consulta. Se você já recebeu indicação de cirurgia, a consulta também serve como segunda opinião.
Você fala direto com a recepção.
Veja também: Dor lombar, dor cervical e ciática · Ciática · Dor cervical · Tratamento conservador da coluna · Segunda opinião em cirurgia de coluna
Atualizado em 26/10/2026 · Dr. Jorge Rafael Durigan, ortopedista, CRM 121245-SP, RQE 36187
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Uma consulta sem interrupções, em que toda a sua história e seus sintomas são ouvidos com calma e profundidade.
O Dr. Jorge analisa pessoalmente seus exames e realiza um exame físico detalhado para um diagnóstico preciso.
Uma conduta individualizada e clara, priorizando tratamentos conservadores sempre que possível.
O atendimento é exclusivamente particular: uma escolha que garante o tempo e a dedicação integral que a avaliação da sua coluna exige.

Ortopedista especialista em coluna vertebral
Presidente da SBOT-SP, Regional São Paulo (diretoria 2026)Dedicado em ortopedia, com exclusividade, ao diagnóstico e tratamento das doenças da coluna, o Dr. Jorge é um ortopedista especializado em coluna que une rigor acadêmico e escuta atenta a cada paciente.
Mestre e Doutor em Ortopedia pela Santa Casa de São Paulo, mantém atualização constante em centros de referência internacionais, trazendo as técnicas minimamente invasivas mais modernas para o cuidado da sua coluna.
5,0no Google
“Após passar por nove especialistas, finalmente encontrei o décimo médico — e, para minha surpresa, ele também foi nota 10. O Dr. Jorge Durigan é a definição de excelência em medicina. Desde o primeiro contato, demonstrou uma postura acolhedora, transmitindo segurança e serenidade diante de um diagnóstico delicado. Com clareza e empatia, explicou cada detalhe do meu caso, preparando-me para o procedimento cirúrgico com confiança e tranquilidade.”
“O Dr Jorge é meu médico desde Junho/2024 e eu recomendo de olhos fechados por ter me cuidado de antes e depois da cirurgia da hérnia de disco cervical com a sua equipe maravilhosa. Ele é super atencioso e muito profissional com seus pacientes. Sou muito agradecida a ele. Super hiper mega indico. Gratidão ✨”
“O Dr Jorge oferece conhecimento, segurança e competência, mas principalmente acolhimento. Entrei em seu consultório a primeira vez com um diagnóstico ruim e encontrei na consulta possibilidades de tratamento. Agradeço imensamente toda atenção dele e de toda a sua equipe, que tanto no dia a dia quanto no centro cirúrgico me trataram com muito respeito e consideração. Recomendo muito.”
Núcleo Tessela. Consultório na Alameda Santos, 122, no Jardim Paulista, região dos Jardins, paralela à Avenida Paulista.